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Após as recentes notícias sobre o surto de Hantavírus detectado num navio de cruzeiro, a Rentokil alerta para a necessidade crítica de reforçar os protocolos de segurança sanitária. Em Portugal, a circulação de passageiros e mercadorias em portos e zonas turísticas exige uma vigilância redobrada para evitar a propagação de doenças dos Roedores.
Na Rentokil, enquanto Especialistas em Controlo de Pragas, reforçamos que o Controlo preventivo é a única barreira eficaz. O Hantavírus é transmitido principalmente através do contacto com Roedores infectados, tornando as medidas de desratização profissional e a higienização de espaços fundamentais para proteger a Saúde Pública.
O Hantavírus refere-se a um grupo de vírus transportados por Roedores, transmitidos principalmente aos Seres Humanos através da inalação de partículas contaminadas provenientes de excreções como urina, fezes ou saliva de Roedores.
A transmissão entre pessoas é muito pouco frequente e, quando ocorre, está habitualmente associada a contactos muito próximos e directos com indivíduos sintomáticos
Este risco de Saúde Pública reforça a necessidade de uma vigilância constante, uma vez que a presença de Roedores em espaços habitados não representa apenas uma ameaça material ou económica, mas sim um perigo biológico real, funcionando como uma ponte para a transmissão de doenças que exigem protocolos de desinfecção e desratização rigorosos.
"Como especialistas em Pest Control, sabemos que a mitigação deste tipo de risco exige mais do que medidas reactivas. Exige um protocolo de Gestão Integrada de Pragas de alta precisão, assente na monitorização contínua, na análise de dados e na implementação de medidas preventivas consistentes. O Controlo de Roedores, enquanto principais reservatórios, deve ser encarado de forma estruturada, com foco na identificação precoce de sinais de actividade, na eliminação de condições favoráveis à sua presença e na criação de barreiras eficazes. A prevenção faz, de facto, a diferença na redução do risco de exposição."
A propagação de agentes patogénicos, como o Hantavírus, assume proporções críticas em ambientes confinados, tais como navios, Hotéis ou edifícios de Escritórios, onde a circulação de ar e a proximidade entre pessoas facilitam a inalação de partículas contaminadas. Nestes contextos, a presença de Roedores é uma ameaça biológica latente que pode levar a surtos rápidos e de difícil controlo. A densidade populacional e as infraestruturas complexas destes locais exigem, por isso, uma estratégia de monitorização constante e rigorosa, garantindo que qualquer foco de Infestação seja erradicado antes que se converta num risco grave para a Saúde Pública e para a continuidade operacional das organizações.
No entanto, é importante mencionar que o curso da infecção pode agravar-se e provocar doenças severas, tais como a síndrome pulmonar por Hantavírus e a febre hemorrágica com síndrome renal.
A Direcção-Geral da Saúde (DGS) emitiu recentemente um esclarecimento sobre o Hantavírus, na sequência da situação de um navio de cruzeiro ao largo de Cabo Verde. Embora a autoridade de saúde garanta que o risco para Portugal é muito baixo e que não há necessidade de medidas preventivas de âmbito nacional, assegura estar a acompanhar permanentemente a evolução do caso.
Apesar de a maioria dos casos se concentrar em países da América do Sul, a entidade reforça a importância de cuidados especiais para quem viaja para zonas de risco ou lida com potenciais focos de Infestação. As recomendações passam por evitar o contacto directo com Roedores, garantir a limpeza profunda de espaços potencialmente contaminados e impedir a acumulação de resíduos em áreas periféricas.
Algumas das acções ambientais a executar para reduzir o risco de exposição ao Hantavírus e a outros vírus zoonóticos associados à exposição humana a Roedores, ou a resíduos dos mesmos, passam por:
Reforçar as estratégias de Desratização em ambientes domésticos, comerciais e industriais onde possa existir interacção entre pessoas e populações de Roedores. Quanto menor for a população de Roedores, menor será o risco.
Potenciar a limpeza em zonas onde haja suspeita de proliferação ou trânsito de Roedores. Neste sentido, convém aplicar previamente desinfectantes líquidos com efeito virucida, de forma a neutralizar o vírus e reduzir o risco de levantamento de partículas víricas ligadas a excrementos ou outros resíduos que possam ser inalados. Qualquer acção nestes ambientes suspeitos deve ser realizada maximizando a protecção individual, com o uso de luvas, máscaras e óculos de protecção.
Em caso de dúvida, contacte sempre uma Empresa profissional de Controlo de Pragas, como a Rentokil Initial.
"Hoje, o Controlo de Roedores evoluiu para algo altamente monitorizado e orientado por dados. Soluções como PestConnect e Optix permitem acompanhar a actividade em tempo real, identificar padrões e actuar de forma imediata e direccionada. Este nível de visibilidade transforma a Gestão de Pragas, tornando-a mais eficiente, mensurável e alinhada com as exigências de espaços com elevada circulação de pessoas."
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