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Falar em sustentabilidade no setor alimentício deixou de ser uma tendência para se tornar uma necessidade urgente. O desafio global é claro: como alimentar uma população que deve se aproximar de 10 bilhões de pessoas até 2050 sem esgotar os recursos naturais do planeta?
Nesse cenário, a indústria de alimentos assume um papel que vai além da produção em escala. Ela se torna também uma guardiã de recursos essenciais, como água, solo e energia, sendo responsável por garantir que o alimento produzido chegue ao consumidor final com qualidade, segurança e o menor impacto ambiental possível.
No entanto, as perdas ao longo da cadeia produtiva ainda representam um dos maiores obstáculos. Infestações por pragas, contaminações e falhas no armazenamento podem comprometer grandes volumes de alimentos antes mesmo de chegarem ao mercado. É nesse ponto que o controle de pragas para indústrias de alimentos certificadas se torna um aliado estratégico: ao prevenir perdas e proteger a integridade dos produtos, ele contribui diretamente para operações mais eficientes e sustentáveis.
Mais do que eliminar infestações, o controle de pragas moderno atua de forma preventiva, integrada e orientada por dados, ajudando empresas a reduzir desperdícios, preservar recursos e fortalecer suas práticas de sustentabilidade em toda a cadeia de abastecimento.
A sustentabilidade no setor alimentício está diretamente ligada a desafios globais como mudanças climáticas, escassez de recursos naturais e segurança alimentar. Produzir mais, com menos impacto, tornou-se uma exigência não apenas regulatória, mas também estratégica para empresas que desejam se manter competitivas.
Dados mais recentes mostram que uma parcela significativa dos alimentos ainda se perde ao longo da cadeia produtiva. Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), cerca de 13% a 14% dos alimentos são perdidos antes mesmo de chegarem ao varejo. Já nas etapas de consumo e distribuição, o desperdício é ainda maior: aproximadamente 17% dos alimentos disponíveis são descartados.
Quando analisamos o cenário completo, estima-se que até 30% dos alimentos produzidos no mundo são perdidos ou desperdiçados anualmente, um volume que evidencia a urgência de tornar os sistemas alimentares mais eficientes e sustentáveis.
A perda de alimentos não representa apenas um problema econômico, mas também ambiental. A chamada pegada ambiental da comida cresce significativamente quando consideramos que todos os recursos utilizados na produção - como água, energia, solo e insumos - são desperdiçados junto com os alimentos.
Além disso, a perda e o desperdício de alimentos são responsáveis por cerca de 8% a 10% das emissões globais de gases de efeito estufa. Em outras palavras, reduzir perdas ao longo da cadeia alimentar é também uma estratégia direta de combate às mudanças climáticas.
Nesse contexto, o controle de pragas para indústrias de alimentos certificadas desempenha um papel essencial, atuando de forma preventiva para evitar contaminações, preservar estoques e garantir que os alimentos mantenham sua qualidade ao longo de todas as etapas, do armazenamento à distribuição.
Outro fator que impulsiona a sustentabilidade no setor é a mudança no comportamento do consumidor. Hoje, as pessoas não compram apenas alimentos. Elas compram confiança, transparência e compromisso ambiental.
Empresas que demonstram controle rigoroso de qualidade, rastreabilidade e práticas sustentáveis conquistam maior credibilidade no mercado. Isso inclui desde a origem dos insumos até a forma como lidam com riscos, como infestações e contaminações.
Nesse cenário, a transparência na cadeia produtiva se torna um diferencial competitivo relevante. Reduzir a pegada ambiental da comida e adotar soluções como o manejo integrado e o controle de pragas para indústrias de alimentos certificadas não apenas minimiza impactos ambientais, mas também fortalece a reputação da marca e agrega valor ao produto final.
O controle de pragas exerce um papel estratégico nas operações da indústria de alimentos, especialmente quando alinhado a práticas modernas e preventivas. Mais do que eliminar infestações, ele contribui para a eficiência produtiva, a redução de desperdícios e a preservação de recursos ao longo de toda a cadeia.
Quando baseado no manejo integrado de pragas (IPM), esse processo passa a atuar de forma contínua e orientada por dados, com foco na prevenção e uso racional de insumos. Na prática, essa abordagem sustentável pode ser observada em diferentes frentes:
Garantir a qualidade e a integridade dos produtos exige estratégias eficazes para prevenir contaminações e perdas.
Nesse contexto, vale diferenciar dois conceitos importantes: segurança de alimentos refere-se à garantia de que o alimento está próprio para consumo, livre de contaminantes; já segurança alimentar está relacionada ao acesso regular e suficiente a alimentos pela população.
Dentro das operações industriais, o foco está na segurança de alimentos - ainda que, ao evitar o desperdício, contribua-se, indiretamente, para uma oferta maior de comida às populações -, e é aí que soluções sustentáveis de controle de pragas fazem a diferença. A seguir, algumas das principais abordagens utilizadas:
No setor de alimentos, adotar práticas sustentáveis e garantir o controle eficaz de pragas é uma exigência de compliance para atender padrões internacionais de qualidade e segurança.
Iniciativas reconhecidas globalmente, como a Global Food Safety Initiative (GFSI), estabelecem diretrizes rigorosas que orientam programas de segurança de alimentos em toda a cadeia produtiva.
Dentro desse contexto, normas como a BRCGS Global Standard for Food Safety, a IFS Food Standard e a FSSC 22000 exigem que as empresas implementem programas estruturados de controle de pragas como parte essencial de seus sistemas de gestão.
Essas certificações demandam evidências claras de que as práticas de controle adotadas são eficazes, consistentes e alinhadas aos princípios de sustentabilidade. Isso inclui a prevenção de infestações, o uso responsável de insumos e a redução de impactos ambientais.
Nesse cenário, os relatórios digitais e a rastreabilidade ganham protagonismo. Soluções modernas permitem registrar todas as atividades realizadas, monitorar indicadores em tempo real e documentar ações corretivas de forma organizada. Essas informações são fundamentais durante auditorias de terceira parte, nas quais avaliadores independentes verificam se a empresa segue, de fato, as melhores práticas do setor.
Além de facilitar a conformidade, esse nível de controle e transparência fortalece a credibilidade da empresa perante clientes, parceiros e investidores, sendo um diferencial cada vez mais relevante em um mercado orientado por qualidade, responsabilidade e confiança.
No setor de alimentos, a sustentabilidade é uma questão ética e de conformidade legal, mas que também impacta eficiência e até mesmo o branding da empresa. Por isso, contar com parceiros alinhados a esse compromisso faz toda a diferença.
A Rentokil atua como uma aliada estratégica ao oferecer soluções que previnem perdas, garantem a segurança do alimento e apoiam o compliance em indústrias certificadas.
A empresa tem a sustentabilidade como foco estratégico, trabalhando com metas que incluem a redução significativa de emissões, o uso crescente de energia renovável e otimização de recursos em toda a operação.
Ao integrar tecnologia, monitoramento contínuo e práticas mais sustentáveis, a Rentokil contribui para operações mais eficientes e com menor impacto ambiental, ajudando clientes a avançar em suas próprias metas de sustentabilidade.
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