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Reabertura de Pequeno Comércio

A crise causada pela COVID-19 está a afectar grande parte das Empresas na área do Retalho em Portugal e agora que estamos a começar a superar os piores momentos a nível de Saúde, é importante esclarecer os passos a serem seguidos nas próximas semanas ou meses para garantir uma reabertura em segurança do Comércio.

Preparar cada negócio para se adaptar à “nova normalidade” será um factor decisivo a curto prazo. Assim, a adaptação das instalações aos novos padrões de higiene terá um impacto directo na reabertura das actividades económicas de milhares de Empresas.

Queremos ajudar e aconselhar todas as pessoas que têm dúvidas sobre a situação actual, sobre o processo de desconfinamento, como isso afecta os seus negócios e, acima de tudo, que medidas podem ser tomadas para garantir que os seus Colaboradores e Clientes estarão seguros e protegidos nas suas instalações.

O Pequeno Comércio e as Lojas de Rua têm 3 fases de reabertura dos Negócios, tendo a primeira sido a 4/05, apenas para instalações até 200m², a segunda a 18/05 para locais até 400m² e a terceira a 1/06 para áreas superiores, existindo já uma lista de normas que deverão cumprir para garantir a "segurança, proteção e saúde dos trabalhadores, clientes e fornecedores".

As lojas deverão manter as portas abertas, "para minimizar o contacto com a mesma e as respetivas maçanetas, e promover o arejamento natural dos espaços". A concentração de pessoas à entrada dos espaços deve ser evitada, bem como "situações de espera no interior".

O distanciamento físico deve ser de "pelo menos 2 metros" e é recomendável "interditar formas de cumprimento que envolvam o contacto físico". Os Colaboradores devem utilizar máscara ou viseira, e o não uso de máscara por parte dos Clientes pode ditar o impedimento de entrada na loja.

Os Gestores dos Estabelecimentos deverão assegurar que "todas as pessoas que neles trabalham cumprem as medidas de higiene das mãos, as regras de etiqueta respiratória, de distanciamento físico e uso de máscaras". As regras devem ser afixadas nas Instalações, em Português e Inglês, de forma a estarem visíveis para Funcionários e Clientes.

As normas constam no Guia de Boas Práticas para os Sectores do Comércio e dos Serviços, um "instrumento de autorregulação adicional" que foi elaborado pela Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP). As regras do documento foram validadas pela Direção Geral de Saúde (DGS), pela Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e ainda pela ASAE.

Assim, deverá ser assegurada uma "distância mínima de dois metros entre pessoas e uma permanência das mesmas apenas pelo tempo necessário à aquisição dos produtos ou à prestação do serviço, recorrendo, se necessário, à inactivação parcial de pontos de atendimento ou de prestação de serviços".

As lojas deverão colocar, sempre que possível, "marcas no chão que indiquem distâncias mínimas entre os clientes nas filas para atendimento e pagamento ou no acesso ao estabelecimento".

Todos os "elementos físicos de potencial contacto com os clientes que não sejam indispensáveis à atividade em causa" devem ser retirados. No capítulo do distanciamento, o Guia sugere ainda o uso de portas separadas para a entrada e saída "para evitar o cruzamento entre as pessoas". E se tal não for possível, "propõe-se definir percursos de entrada e de saída".

Já no que toca à proteção individual, os Empresários são aconselhados a disponibilizar máscaras ou viseira de proteção" a todos os Colaboradores.

Aos Comerciantes caberá ainda o dever de informar os Clientes "sobre a obrigatoriedade do uso de máscara de proteção ou viseira". As lojas poderão "impedir a entrada de quem não for portador de máscara, exceto quando tal seja não seja possível como, por exemplo, em circunstâncias de prestação de alguns serviços de cuidados pessoais".

As lojas terão de disponibilizar "obrigatoriamente soluções de base alcoólica / álcool-gel, para profissionais e clientes, em todas as entradas e saídas dos estabelecimentos, assim como, no seu interior, em diversas localizações de acordo com a organização de cada espaço, em particular em instalações sanitárias, num rácio mínimo de um dispensador por 100 metros quadrados".

Também existem regras para a ventilação dos espaços, que deverão ser sujeitos a seis renovações de ar por hora. Já os terminais de pagamento automático deverão ser limpos e desinfectados após cada utilização.

A CCP recomenda ainda a criação de turnos de trabalho, "de modo a reduzir o número de trabalhadores em simultâneo no estabelecimento".

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