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Quando o tema é percepção de marca, poucos fatores são tão decisivos - e tão negligenciados - quanto a presença de pragas. A psicologia do consumidor mostra que a reação emocional diante de insetos e roedores é imediata, intensa e capaz de destruir, em segundos, a confiança construída ao longo de anos.
Para quem está à frente de um negócio, compreender esse comportamento é essencial para proteger a reputação da empresa, evitar perdas e mitigar riscos que podem escalar para crises sérias, como interdições sanitárias.
Baratas, ratos e até moscas ativam respostas emocionais fortes e universais - principalmente nojo. Esse sentimento não é apenas estético: ele está profundamente ligado à percepção de risco biológico e à sensação de insegurança sanitária e alimentar.
Entre os cientistas, existe a hipótese de que o nojo é um traço evolutivo que favorece ações que reduzem o risco de sermos contaminados por infecções. Esse comportamento já foi observado até entre nossos parentes primatas.
Um estudo da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres (LSHTM) elencou seis tipos de nojo - uma aversão estruturada que gira em torno de práticas e objetos que representam riscos. A repulsa à falta de higiene e a certos animais, como insetos, estão entre eles.
Para a psicologia do consumidor, a lógica é simples e automática: se há uma praga, há sujeira. E onde há sujeira, há risco. Essa cadeia de associações ocorre em segundos e, muitas vezes, de forma irreversível. Não importa se o ambiente é limpo e bem gerido: a simples presença de uma praga é suficiente para desencadear o julgamento de “local inseguro”.
Além do público geral, já altamente sensível ao nojo e ao medo de contaminação, existe uma parcela de consumidores que reage de forma ainda mais intensa a qualquer sinal relacionado a risco biológico.
Misofobia, germofobia e outras fobias relacionadas à sujeira e contaminação fazem com que esses indivíduos tenham respostas ampliadas a estímulos mínimos. Para eles, ver uma barata ou uma mosca pode significar uma rejeição completa ao estabelecimento.
Essas fobias podem estar associadas ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), condição que afeta cerca de 3% da população brasileira, um número que representa milhões de pessoas.
Agora considere o impacto disso no seu negócio: um único cliente com gatilho fóbico pode registrar uma denúncia, fazer um vídeo, publicar um comentário ou avaliação, e levar essa reação amplificada para milhares de outros usuários. Basta um post viralizando para transformar um avistamento isolado em uma crise de reputação.
A tolerância do consumidor a pragas é simplesmente zero. Não importa a qualidade do serviço, o histórico da empresa ou o investimento em marketing: uma única barata avistada em um restaurante, padaria, hotel ou loja basta para formar uma impressão negativa extrema.
O cérebro humano generaliza rapidamente:
Esse processo psicológico é instantâneo e não pode ser desfeito por explicações.
Leia também: Controle de Pragas para Bares, Cafés e Restaurantes
O que antes ficava restrito a quem estava presente agora vira conteúdo. O nojo e o medo de contaminação são sentimentos altamente compartilháveis, e esse tipo de relato viraliza com facilidade.
Quem não é impactado diretamente pelo vídeo viral nas redes sociais, acaba sabendo do ocorrido através da imprensa, já que esse tipo de ocorrência sempre vira notícia, como aconteceu com este caso de um rato em um supermercado de São Luís-MA, este outro em Bertioga-SP, e mais este em Guarulhos-SP. Todos apenas este ano.
Quando isso acontece, é inevitável questionar a segurança alimentar e higiene do estabelecimento, o que resulta em notas baixas em plataformas de avaliação e fuga de clientes. Em um mercado competitivo, basta um único registro para comprometer meses ou anos de construção de marca.
Além da percepção negativa do consumidor, existe o risco institucional. O registro dos clientes vira uma denúncia, e o poder público é rápido em agir nesses casos. Órgãos de Vigilância Sanitária podem aplicar multas, advertências e, em casos mais graves, decretar a interdição do estabelecimento.
Há alguns meses, a Vigilância Sanitária interditou um mercado em Sorocaba-SP, após os clientes registrarem ratos andando sobre os alimentos vendidos no local.
Para a empresa, as consequências são severas:
A presença de pragas deixa de ser apenas um problema operacional e passa a ser um risco financeiro e regulatório.
Se você esperar o rato ou as baratas aparecerem para só depois agir, já vai ser tarde demais. Porque, se você viu, seu cliente também já viu, e aí o problema, como vimos, fica muito maior.
Para impedir que essas situações se tornem realidade, a melhor estratégia é investir em Controle Integrado de Pragas (CIP), um modelo baseado em prevenção, monitoramento contínuo e atuação estratégica.
O CIP reduz drasticamente a probabilidade de infestações e inclui:
Essa abordagem não só evita infestação e riscos sanitários, mas também atende às exigências de órgãos reguladores, evitando multas e interdição.
Empresas que tratam o controle de pragas como parte central de sua gestão de risco ganham um diferencial real no mercado. Para isso, é importante agir em duas frentes: treinando a equipe interna, e contando com a parceria estratégica de uma empresa de controle de pragas.
Funcionários treinados entendem o risco biológico, identificam sinais precoces, mantêm boas práticas e reforçam a cultura de higiene. A percepção externa melhora quando todo o time está engajado na prevenção.
Mas para garantir que o estabelecimento esteja livre de pragas, é necessário contar também com uma empresa especializada e validada pelo mercado, como a Rentokil, que é líder mundial em controle de pragas e possui ampla experiência no atendimento B2B.
Essa parceria se transforma em argumento comercial, valor para a marca e escudo de reputação. Em um ambiente onde a tolerância a pragas é zero, empresas que demonstram controle, organização e prevenção conquistam a confiança do consumidor e destacam-se frente à concorrência.
A Rentokil oferece uma solução avançada para resguardar a segurança sanitária do seu estabelecimento, o Programa de Controle Integrado de Pragas (PROCIP), que combina tecnologia, uma expertise de 100 anos e atendimento especializado para negócios que não podem correr riscos.
Se a reputação da sua empresa depende de segurança, higiene e confiança, entre em contato com a Rentokil e agende uma visita técnica. Ligue para 0800 77 33 777, envie uma mensagem por WhatsApp ou clique aqui para nos contar seu problema. Teremos prazer em resolvê-lo com eficiência e segurança.
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